terça-feira, 13 de outubro de 2009

Futurecom 2009 tem início nesta terça-feira

O Futurecom é um evento de Telecom e TI que reúne as forças de mercado, proporcionando às empresas e aos profissionais que dele participam, um ambiente adequado e estimulante para o desenvolvimento de conhecimento, negócios e de relacionamento.

Ele tem se firmado como o evento em que os mais expressivos dirigentes do setor têm escolhido para falar e balizar o mercado sobre os rumos das Telecomunicações.

O Futurecom bateu recorde de visitação em 2008. Foram 14.331 participantes no total, entre visitantes e congressistas, frente a 6.702 em 2007, quando o evento foi realizado em Florianópolis. O número de países participantes também saltou em São Paulo, atingindo 42, comparado a 35 no ano anterior. O número de empresas expositoras cresceu 17% na mesma comparação, atingindo 237 na edição paulista. No Transamerica Expo Center, o Futurecom teve mais do que o dobro da área física ocupada no centro de exposições de Florianópolis, alcançando 25,4 mil m².

O Futurecom Ano 11 será realizado de 13 a 16 de outubro, em São Paulo, no Transamerica Expo Center e espera reunir mais de 15.000 visitantes. O evento é composto por dois grandes blocos:

Seminário Internacional:
Reconhecido pela excelência de conteúdo, por seu alto padrão de qualidade e pela presença dos mais destacados Profissionais e Executivos do Brasil e do exterior. São mais de 300 palestrantes e painelistas nacionais e internacionais apresentando cases e novidades do setor de Telecom e TI.

* Sessões Empresariais Premium: tendências, visão e estratégia
* Sessões de Marketing e Business: aplicações, serviços e negócios
* Sessões de Soluções de Negócios: soluções de tecnologia e de processos empresariais

Business Trade Show
A mais abrangente exposição realizada na América Latina, que reuniu em 2008 mais de 200 expositores demonstrando seus Serviços, Soluções, Aplicações, Sistemas e Tecnologia em um espaço de 25.000m².

Fonte: http://www.futurecom2009.com.br

Instituto Atlântico conquista CMMI Nível 5

O Instituto Atlântico conquistou o CMMI 5 (Capability Maturity Model Integration), o nível máximo da certificação internacional de desenvolvimento de software, a mais importante do mercado. O resultado positivo da avaliação de qualidade, feita pela empresa ISD (Integrated System Diagnostics Brasil S/C Ltda), consultoria internacional com foco exclusivo em qualidade de processos, foi publicado no site do SEI nesta sexta-feira, dia 2 de outubro. Esta é a sexta organização no Brasil reconhecida com o CMMI-5.

“A organização demonstra um compromisso claro para melhoria de processos”, disse Joseph Morin, da ISD, que conduziu a avaliação. O Atlântico alcançou o nível 2 em 2003 e o nível 3 em 2006. Nessas duas etapas foram investidos cerca de R$ 1 milhão, e mais R$ 2 milhões foram necessários para chegar ao topo do CMMI (Nível 5), diz o superintendente do Instituto Atlântico, José Eduardo Martins.

O que move o Atlântico no processo da obtenção do CMMI 5 é, segundo Martins, o sentimento de que a organização precisa ter qualidade de processos, condições de previsibilidade em termos de prazo, de custo e de volume de trabalho a ser feito para que consiga satisfazer o cliente. “Estamos sempre melhorando para atender as exigências do mercado cada vez mais competitivo. Com o CMMI Nível 5, temos condições de, medir a melhoria e comprovar que estamos em um outro nível de excelência em termos de controle de processos”, assinala.

O presidente do Instituto Atlântico, Cláudio Violato, vice-presidente de Tecnologia do CPqD (Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações), considera o significado da conquista “importante para o Atlântico e toda a região Nordeste, uma vez que promove melhorias de qualidade e de processo e o melhor desempenho das organizações. “Desde a inauguração do Atlântico em novembro de 2001, foi decidido estruturar os projetos dentro dos processos, visando a certificação ISO 9001:2000, obtida em 2005 e renovada em 2008, e CMMI para garantir cada vez mais o melhor desempenho da organização e da qualidade no que faz”, informa.

Violato relata que foi muito difícil obter o CMMI5 porque é uma disciplina especial que todas equipes têm que seguir. Todavia, observa o presidente do Atlântico, a disciplina é vista como burocracia e muitos pensam que os processos CMMI trazem custos pesados para os projetos. “Eu aprendi ao longo do tempo que o custo é muito maior quando não se pratica estes processos. Porque o nível de qualidade é menor e há muito retrabalho”, observa.

Para Violato, os clientes já começam a perceber o Atlântico muito mais capaz de planejar, de organizar, de estruturar e de garantir o resultado de acordo com o planejado. "O CMMI contribui para melhorar o resultado financeiro em dois sentidos”, disse ele. “Primeiro porque temos mais condições de trazer mais projetos para fazer. E segundo porque a gente faz o projeto com mais controle: a chance de perda é muito menor. Então o resultado financeiro começa a melhorar também”, avalia.

André Pinho, o analista da ISD que acompanhou as avaliações ao longo da preparação para o CMMI5 e tem trabalhado com o Atlântico desde o Nível 2, testemunha que o trabalho da organização é muito consistente. “A equipe chega com bastante mérito nesse resultado do Nível 5. A implementação é difícil porque os níveis 4 e 5 exigem um conhecimento técnico e estatístico, um nível aperfeiçoado de trabalho”, explica.

Conforme André Pinho , o CMMI5 se traduz em ganhos para a empresa. “Quando a empresa começa a medir, controlar e a usar ferramentas estatísticas, é possível melhorar o desempenho, que se traduz em resultados - inclusive financeiros”. Como resultados o analista da ISD destaca a redução de retrabalho, redução de problemas, melhoria da produtividade.

“De modo visível, a empresa passa a ter não apenas a percepção, mas a medição do resultado”, pontua Pinho. O CMMI é uma avaliação de qualidade, onde é aferido um patamar de maturidade. Com o certificado, termo adotado pelo mercado, segundo ele, a empresa tem ferramentas para melhorar o seu próprio desempenho cada vez mais, vai definindo objetivos a serem atingidos e esses objetivos passam a ser perseguidos e aferidos ao longo do tempo.

Ao longo desse processo para chegar ao CMMI, André Pinho disse que chamou a sua atenção no Atlântico a motivação da equipe, o comprometimento e o trabalho de liderança que foi feito em relação ao projeto. “É notável que a equipe e a empresa estão engajadas nesse trabalho, o que traz resultados muito mais consistentes”, finalizou.

Gabriela Teles, que coordenou a equipe do Atlântico nos dois anos de preparação para chegar ao CMMI5, diz que no Nível 3 foram definidos e estabelecidos os processos. Agora – acrescenta – com o nível 5 os processos serão continuamente melhorados. “É o grande diferencial: a organização vai sempre executar os seus processos de forma melhor, mais otimizada, mais eficiente e eficaz. O controle estatístico é um pré-requisito para fazer essa melhoria dos processos. A partir desse controle se sabe qual o desempenho e se executam as ações para melhorar – tudo baseado em controle estatístico”, destaca Gabriela Teles.

Por Flamínio Araripe

Instituto Atlântico é uma das melhores empresas para trabalhar no Brasil

A entidade, que faz parte do Universo CPqD, foi incluída no guia da revista Você S/A Exame

Ouvir os colaboradores foi fundamental para o Instituto Atlântico ter sido selecionado este ano pela Guia Você S/A-Exame como uma das Melhores Empresas para Você Trabalhar, diz o seu superintendente, José Eduardo Martins. A premiação foi anunciada em São Paulo, na presença do presidente do Instituto, Cláudio Violato, vice-presidente de Tecnologia do CPqD e de Ubiratan Oliveira, gerente Financeiro do Atlântico, Filipe Machdo, gerente da Filial SP e Eduardo Bernal, do CPqD.

Como parte do programa de melhoria contínua, o Atlântico faz a cada seis meses uma pesquisa de satisfação interna na qual os colaboradores expressam a opinião pela Intranet. O conteúdo alimenta as reuniões de análise crítica realizadas a cada semestre com antecipações trimestrais, das quais foram emanadas as ações para atender aos principais pleitos dos colaboradores. Além disso, contou pontos ter benefícios diferenciados como horário flexível de trabalho, ginástica laboral todos os dias e clínica de fisioterapia dentro da organização. O Plano de Cargos e Carreira implantado, entre outros fatores, também contribuiu para elevar grau de satisfação interna e melhorar o clima organizacional.

De acordo com José Eduardo, na busca por uma avaliação externa para validar os dados da ausculta interna, o Atlântico participou em 2008 do estudo do Guia Exame-Você S/A, mas não figurou entre as 150 empresas selecionadas. Todavia, todo o resultado da avaliação foi fixado na área de convivência e café para conhecimento de todos os colaboradores.

Hoje o Atlântico conta com 270 colaboradores – 170 na sede em Fortaleza, 10 na filial de Sobral e 90 na filial de São Paulo. José Eduardo Martins informa que mais de 80% dos colaboradores do Atlântico têm nível superior, dos quais 20% têm mestrado ou especialização. A sede abriga também a equipe envolvida na operação internacional do Instituto, tocada em parceria com a Firm Economics, empresa da Inglaterra, e que já responde por 12% do faturamento com clientes da Inglaterra, Espanha e Holanda na modalidade offshore. Segundo José Eduardo, o faturamento do Atlântico cresceu mais de 20% em 2008 com relação a 2007 e para este ano prevê um aumento na receita acima de
30%.

Desde 2006 o Atlântico conquistou e vem mantendo o ISO 91.2000 e o CMMI Nível 3 (Capability Maturity Model Integration) para todo o processo de produção de software. Sem passar pelo Nível 4, a instituição está na reta final da evolução para obtenção do Nível 5 do CMMI. Na seleção das melhores empresas para trabalhar são consideradas avaliações do ambiente de trabalho e da gestão de recursos humanos, desafios constantes, oportunidades de carreira e o ambiente interno da empresa.

Soluções científicas e tecnológicas para as áreas de telecom e TI

A seguir, a íntegra da avaliação publicada no site da revista: “Novato no Guia, o instituto Atlântico parece ter vindo para ficar. Localizada em Fortaleza, a empresa conta com uma equipe jovem e motivada, que fornece soluções científicas e tecnológicas para as áreas de telecom e TI. "É uma empresa de ponta, que nos reconhece e valoriza", diz um colaborador. A turma dedicada à área técnica destaca o dinamismo do instituto e comenta que está sempre se reciclando. "O Atlântico foi um divisor de águas pelo padrão de qualidade que trouxe para o mercado de TI no Ceará", dizem. Quem não está satisfeito em um projeto conversa com o gestor e pede para mudar. Quando o assunto é excelência, aliás, os funcionários não param de se gabar. A começar pelas inúmeras certificações, diferenciais importantes para quem trabalha na área, que são bastante estimuladas pelo instituto. "Há poucas empresas no Brasil com o nível de excelência que temos aqui", afirma um gestor.

Preocupado em desenvolver sua liderança, o instituto investiu no ano passado cerca de 450.000 reais em treinamento. Apesar de ainda sentirem uma certa fraqueza nesse ponto, os funcionários reconhecem que a chefia está melhorando. Mais polêmica parece ser a avaliação de desempenho. Mesmo existindo formalmente, a correria do dia a dia faz com que nem sempre os funcionários recebam o feedback pelo trabalho."Em quatro anos, fui avaliado duas vezes. Os projetos tomam todo o tempo do gestor, o que dificulta a avaliação", diz outro funcionário. Fica o recado”. (Amanda Salim)

O Instituto Atlântico é uma Associação civil de âmbito nacional, sem fins lucrativos, que tem como principal objetivo fornecer à sociedade soluções científicas e tecnológicas. Criado em 2001, pelo CPqD, atua nas áreas de Telecomunicações e Tecnologia da Informação, desenvolvendo e difundindo tecnologias inovadoras e de alto valor agregado. Tem sede em Fortaleza e filiais em Sobral (CE) e em São Paulo. A unidade na capital paulista foi inaugurada neste ano, com o objetivo de produzir software para o sistema financeiro.

O CPqD é uma instituição independente, com foco na inovação em tecnologias da informação e comunicação (TICs). No Brasil, as soluções do CPqD são utilizadas por grandes empresas e instituições dos setores de telecomunicações, energia elétrica, financeiro, industrial, corporativo e administração pública. Atuando há 33 anos, conta com mais de 1.200 profissionais altamente capacitados, reconhecidos por sua criatividade e comprometimento com elevados níveis de qualidade. O Centro hoje possui o maior programa de P&D da América Latina e tem como objetivo contribuir para a competitividade do País e a inclusão digital da sociedade levando ao mercado tecnologias de produto, sistemas de missão crítica, serviços tecnológicos e consultorias.

Veja o ranking completo das melhores empresas para se trabalhar no Brasil:
http://vocesa.abril.com.br/melhoresempresas/

Por Flamínio Araripe

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Prosoft ganha incremento de 400% e chega a R$ 5 bilhões

O orçamento do BNDES Prosoft, Programa para o Desenvolvimento da Indústria Nacional de Software e Serviços de Tecnologia e Informação, aumentou de R$ 1 bilhão para R$ 5 bilhões, o que significa um incremento de 400% no orçamento original.

A iniciativa foi aprovada pela direção do Banco em função do crescimento da demanda por recursos do programa, especialmente depois do lançamento da Política de Desenvolvimento Produtivo (PDP), em maio do ano passado.

Até julho, a carteira acumulada de projetos somou R$ 2,8 bilhões, equivalentes a quase 300 operações, concentradas nos últimos três anos, embora o programa tenha sido criado em 1999. Em 2006, as contratações acumuladas somavam cerca de R$ 425 milhões.

Atualmente, a carteira de projetos no fluxo da análise do BNDES Prosoft já soma R$ 1,4 bilhão (entre operações contratadas, aprovadas, em análise e em perspectiva).

O valor supera a iniciativa incluída na PDP para o desembolso do programa, de R$ 1 bilhão até 2010, do qual o setor é um dos destaques por ser considerado estratégico para a competitividade das empresas brasileiras.

O BNDES Prosoft foi criado com o objetivo de estimular a indústria nacional do setor, de modo a ampliar sua participação no mercado interno, aumentar as exportações, fortalecer seu processo de pesquisa e desenvolvimento e inovação.

O programa também contribui para promover o crescimento e a internacionalização das empresas nacionais da área, bem como a consolidação setorial.

Seu foco é fornecer apoio financeiro para investimentos e planos de negócios de empresas de software e serviços de tecnologia da informação com sede no Brasil, dando suporte à comercialização de seus produtos no mercado interno e nas exportações. O BNDES Prosoft tem três subdivisões:

BNDES Prosoft – Empresa, que apoia investimentos e planos de negócios de companhias de software e de serviços de Tecnologia da Informação (TI) por meio de financiamento e participação acionária;

BNDES Prosoft – Comercialização, que financia aquisição de programas desenvolvidos no Brasil; e

BNDES Prosoft – Exportação, que apoia, na fase de pré-embarque, o desenvolvimento de software e de TI destinados à exportação e, no pós-embarque, financia a comercialização, no exterior, dos produtos elaborados no Brasil.

O prazo de vigência do programa vai até 31 de julho de 2012.Em adição ao desempenho do BNDES Prosoft, soma-se o Cartão BNDES, cujo desembolso acumulado para financiamento à aquisição de software chegou a cerca de R$ 91 milhões até julho de 2009, com mais de 4.800 operações realizadas.

Fonte: Convergência Digital
Link:
http://www.convergenciadigital.com.br/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=20608&sid=16

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

RCN&BS apresenta TopManager® Web Chão de Fábrica na INOVA 2009

A RCN&BS Soluções em Tecnologia apresentará o TopManager® Web Chão de Fábrica no V Seminário de Gestão da Inovação Tecnológica no Nordeste – Inova 2009. O evento reúne empresários, pesquisadores e profissionais que atuam na área de inovação tecnológica para discutir e aprofundar experiências e casos de sucesso.

Serão apresentados os benefícios do TopManager® Web Chão de Fábrica e os ganhos que a Companhia Industrial de Óleos do Nordeste - CIONE teve ao implementar esta solução na automação dos silos de umidificação de castanha.

Para o diretor de serviços da RCN&BS, Alexei Morais, a INOVA 2009 é uma iniciativa estratégica para o desenvolvimento tecnológico das indústrias e para a divulgação das novas soluções disponíveis no mercado. “Estaremos apresentando na INOVA 2009 uma solução de automação industrial inovadora, prática e de fácil aquisição. Desta forma, disponibilizamos para as indústrias cearenses uma solução que pode agregar valor aos seus processos e aos seus produtos com um baixo investimento”, afirma Alexei Morais.

A Inova 2009 acontecerá entre os dias 21 e 23 de setembro na Federação das Indústrias do Ceará – FIEC. A apresentação da RCN&BS será dia 22 de setembro, as 14:20h.

Fonte: Assessoria de Comunicação da RCN&BS

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Conectividade a serviço do desenvolvimento

Veículo: O Povo.
Caderno: Economia.
Data: 12 de setembro de 2009.
Link: http://www.opovo.com.br/opovo/economia/909039.html


O avanço da Internet é estímulo para geração de riquezas no Estado - e no mundo. Com a popularização da Web, toda a economia cresce, com a criação de novas formas de trabalho, renda e desenvolvimento social. A redução de custos é outra vantagem da grande rede


A popularização da Internet tem papel importante para o desenvolvimento de serviços públicos e privados no Ceará. O acesso à informação já é uma realidade e, aos poucos, a concretização de processos que antes exigia tempo e desgaste físico também já começa a ser estimulada, melhorando perspectivas, motivando a população e reduzindo custos.

De acordo com o conselheiro do Instituto de Tecnologia da Informação e Comunicação do Ceará (ITIC) e membro do Instituto Titan, Leonardo de Castro, com a ajuda da Web, os custos bancários caíram de R$ 10 para R$ 0,1. “Antes, se exigia pessoal, tempo e papelada. Hoje é mais fácil“, avaliou. Ele destaca ainda o acompanhamento de processos judiciais via Internet. “Não existe em outro lugar do mundo. O Ceará ‘dá um banho’ neste serviço“.

O presidente da Empresa de Tecnologia da Informação do Ceará (Etice) e professor acadêmico, Fernando Carvalho, diz que quanto maior o acesso da população à conectividade, maior é o Produto Interno Bruto (PIB) per capita. “Em regiões onde se passou a ter acesso, o crescimento foi de 2%“, disse. Para Carvalho, a tecnologia facilita o desenvolvimento e toda a população cresce a reboque. “A conectividade aumenta a riqueza“, resume.

O acesso a banda larga evolui 12% ao ano no Brasil. “É um dos maiores avanços do mundo“, disse Castro, calculando que o número de computadores vendidos por ano é de 22 milhões, sendo 64% voltados ao uso pessoal. “O fato demonstra uma domesticação da Internet“, avaliou.

Os estudiosos atentam para os avanços, mas também para os problemas que a popularização da Web pode acarretar. “Percebemos um maior volume de informação circulando na sociedade, mas o fato pode ser analisado por dois prismas. Um bom outro nem tanto“, comenta Leonardo de Castro. Para ele cria-se uma planificação dos desejos, que muitas vezes acaba motivando a criminalidade. “É democrático, mas expõe a criança menos favorecidas a um tipo de padrão que ela não possui“.

A regulamentação do acesso seria uma saída para combater o problema. “Países desenvolvidos já controlam o conteúdo. Talvez esteja na hora de se pensar em algo para evitar crimes contra as pessoas“, entende Castro.

Fernando Carvalho também vê problemas. Segundo ele, o serviço ainda é de péssima qualidade. “As estatísticas mostram que o brasileiro é um dos povos que passam mais tempo na Internet, acontece que 80% desse tempo é ocioso“, lembra.

Pela falta de uma conexão mais eficiente, Carvalho afirma que as pessoas acabam usando programas que não exigem muita velocidade e capacidade de armazenamento. “Outros serviços agregados à Internet ficam sem uso, como videoconferência e telefone via IP“, enumera. (CHC)

Assessoria de Comunicação do Instituto TITAN - ITIC
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quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Empresa cearense é destaque entre as 200 empresas que mais cresceram


A IVIA conseguiu o 40º lugar no ranking das empresas que mais cresceram nos últimos três anos, segundo a revista EXAME PME

A Revista Exame PME, em parceria com a consultoria Deloitte, publicou (edição 950 – Setembro/2009) o ranking das 200 empresas que mais crescem no Brasil e qualificou a IVIA, empresa genuinamente cearense de desenvolvimento de software, na 40ª posição, com um crescimento de 162,3% nos últimos três anos.

Os resultados mostram um crescimento na receita líquida da empresa de, aproximadamente, R$ 15,5 milhões de reais só no último ano. “A atitude de investir em melhoria da gestão e da qualidade de processos produtivos, nos deixou diferentes e aptos para expandir nossa atuação geográfica. Agora, o melhor mesmo foi identificar o potencial criativo humano de nossa equipe e deixá-los fazer”, ressalta o sócio-diretor da IVIA, Alexandre Menezes.


Atualmente, tem atuação globalizada com escritórios em Fortaleza, Recife, Natal e Lisboa. A IVIA mantém um setor de inovação tecnológica, sendo a única empresa cearense que possui os três principais selos nacionais e internacionais de qualidade em desenvolvimento de software: CMMI, o MPS.Br e o ISO9001.

Sua fábrica de software, em Fortaleza, executa soluções para clientes que estão localizados no Nordeste, São Paulo e Brasília, além de exportar para Estados Unidos, Reino Unido e Portugal.

Mais informações:

Site IVIA:
www.ivia.com.br

Ranking:
http://portalexame.abril.com.br/arquivos/img_pme_0020/tab_tabcapa1_g.jpg

Portal da Revista EXAME: http://portalexame.abril.com.br/revista/pme/edicoes/0020/hora-fazer-licao-casa-494647.html

Fonte:
Assessoria de Comunicação da IVIA



Assessoria de Comunicação do Instituto TITAN/ITIC
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quarta-feira, 26 de agosto de 2009

SOFTIUM atualiza certificação para ISO 9001/2008

A empresa SOFTIUM Informática, fornecedora de soluções voltadas para CRM, Contact Center e integração com telefonia CTI, atualiza sua certificação, migrando da norma ISO 9001/2000 para a ISO 9001/2008. A avaliação foi feita por auditores do Bureau Veritas Certification que analisaram diversos aspectos ligados diretamente aos produtos e/ou serviços prestados, aspectos gerenciais como Controle de Aquisições, Diretoria, Comercial, Controle de Projetos e Homologação e Qualidade. A certificação ISO 9001:2008, recebida pela empresa, vem demonstrar o compromisso com a qualidade de seus processos, produtos e serviços, visando a melhoria contínua e a satisfação dos seus clientes

Segundo a Gerente de Qualidade, Lizete Magni, os auditores que registraram a observância aos requisitos da norma notaram a manutenção e as melhorias dos processos internos. "As avaliações regulares estimulam a empresa a usar, monitorar e melhorar os seus processos e Sistema de Gestão, fazendo com que as equipes realizem as atividades com mais eficiência e segurança, sabendo exatamente o que a Organização espera de cada um e, dessa forma, podendo corresponder e até superar as expectativas”.

A manutenção da certificação tem objetivos bem claros dentro da empresa. "Essa confiança e tranquilidade que as equipes tem para exercer suas funções, refletem em um melhor atendimento para o cliente, influenciando positivamente nos resultados da empresa", acrescenta.

Essa é a oitava auditoria de certificação da ISO 9001 da empresa. O processo é feito semestralmente por auditores que avaliam não só o produto, mas também aspectos gerenciais dentro da empresa como Política de Qualidade, Controle de Aquisições, Auditorias Internas, Treinamento, Financeiro e RH.

Fonte: Marketing SOFTIUM.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

ITIC e CTI promovem seminário sobre Robótica


A tecnologia robótica, dado ao seu caráter interdisciplinar, tem um forte efeito multiplicador de investimentos e competências. Para o seu efetivo domínio, torna-se necessário atuar em nichos científicos tão distintos quanto à visão computacional, controle, mecânica, programação, eletrônica, física, dentre outros.

O Instituto de Tecnologia da Informação e Comunicação - ITIC e o Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer - CTI, em parceria com o Instituto de Desenvolvimento Industrial do Ceará - INDI, Instituto TITAN e a Universidade de Fortaleza - UNIFOR, promovem o seminário “Tecnologias sobre Robótica e suas Aplicações”, na próxima sexta-feira (28), das 08h30min às 18h30min, na FIEC (auditório Luiz Esteves - 5º andar).

O objetivo é reunir especialistas da academia, dos centros de pesquisa e empresas de todo o país e exterior, para discutir experiências e o caminho a seguir para o desenvolvimento da área de robótica no Nordeste do Brasil. “Esse evento é uma grande oportunidade de se canalizar os conhecimentos existentes no país para a elaboração de soluções adequadas ao norte e nordeste brasileiro. A Robótica é uma forma eficaz de utilização de recursos de fomento tecnológico para otimizar os tempos e recursos necessários à criação de competências à realidade da região”, enfatiza o superintende do ITIC,Carlos Artur Rocha.

A atuação humana em áreas inóspitas ou de alto risco tem sido responsável por um grande número de acidentes, com graves resultados para o individuo, sua família e a sociedade como um todo. Sistemas robóticos podem representar uma forte atenuação dos problemas atuais enfrentados na região, mantendo a atividade econômica e diminuindo o impacto sobre os trabalhadores.

De acordo com o representante do CTI-NE, Aristides Pavani Filho, o CTI pretende, inicialmente, enfocar esforços nas áreas de pesca de lagostas e na inspeção de tubulações pluviais. “Projetos deste tipo, com clara definição dos resultados desejados, aplicados à solução de problemas típicos do nordeste e do país, irão exigir a criação de um entorno de empresas e profissionais capacitados em tecnologias sofisticadas”, afirma.

Durante o seminário serão apresentadas várias tecnologias e aplicações por especialistas brasileiros que atuam em pesquisa de sistemas robóticos no Brasil e no mundo.


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terça-feira, 11 de agosto de 2009

PRESIDENTE DA TRANSPETRO AFIRMA QUE ESSE É SÉCULO DA ECONOMIA BRASILEIRA

“Esse é século do Brasil com relação à economia”. Essa talvez tenha sido a afirmação mais forte que o presidente da empresa de Transporte e Logística da Petrobras - Transpetro, Sérgio Machado, fez durante a palestra “O Brasil, o Nordeste e o Novo Mapa da Riqueza”, realizada ontem pela manhã, no Centro Industrial do Ceará- CIC.

O principal projeto para o Ceará está relacionado a construção do estaleiro no Porto do Mucuripe, que, segundo Machado deverá fazer com que o Ceará faça parte da nova conjuntura econômica e política do país. Durante a coletiva para os jornalistas, o presidente da Transpetro informou que será lançada uma licitação no próximo dia 27 de agosto para dar oportunidade para as empresas se organizarem e participarem do empreendimento. Após análise técnica das propostas, deverá ocorrer, até o final deste ano, a assinatura do contrato com a empreiteira responsável pela construção.

Para a infraestrutura do estaleiro serão gastos um montante de R$ 220 milhões, sendo R$ 160 milhões por parte da construtora e outros R$ 60 milhões oriundos do Estado. A expectativa é que sejam gerados 1.500 mil empregos diretos e outros seis mil indiretos. Serão ainda encomendados nove navios gaseiro, embarcações de apoio e navios petroleiros de até 30 mil toneladas. “O Brasil é a 9ª maior economia e possui grandes riquezas que o mundo necessita. Não vivemos mais no mundo do G7, vivemos agora no mundo do G20, portanto, esse é o momento de priorizar os projetos que foquem em inovação e desenvolvimento tecnológico, que gerem oportunidade”, afirma Machado.

De acordo com dados divulgados durante o evento no CIC, para 2010, os investimentos destinados ao Nordeste, através do PAC, do Governo Federal, será de R$ 151,7 bilhões, cerca de 23,4% do valor total destinado ao país. O Ceará receberá um montante de R$ 23,5 bilhões. “Precisamos aproveitar os efeitos estruturantes do PAC, recuperar a força política do Nordeste e investir maciçamente em tecnologia”, explicou o presidente da Transpetro.

CIC
Comemorando nove décadas de fundação, o Centro Industrial do Ceará lançou no último 25 de maio o projeto Observatório Social em Educação, com o objetivo de melhorar o Ceará através da educação. O presidente do CIC, Robinson de Castro e Silva afirma que, o importante é desenvolver o Estado criando empreendimentos que gerem riqueza e renda. “Precisamos de mão de obra qualificada para se adaptar a esse processo e nesse sentido, precisamos repensar o modelo de educação estadual”, finaliza.

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